Para diminuir o desemprego, diminuamos os lugares vagos – na União Europeia

EmpregosVagosFontes –  Emprego civil em 2014 http://ec.europa.eu/economy_finance/ameco/user/serie/ResultSerie.cfm; % de lugares vagos http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/3-17062014-BP/EN/3-17062014-BP-EN.PDF

Na Alemanha há mais 1,2 milhões de empregos vagos para os quais o empregador não encontra candidato satisfatório. No Reino Unido são mais de 650 mil. O gráfico acima mostra ainda vagas noutras economias com  salários mais elevados do que os nossos e por isso suscetíveis de interessar os desempregados portugueses.  Encarar essas vagas como fontes de emprego talvez seja um modo de diminuir o desemprego no curto prazo. Em muitos casos, o esforço individual será insuficiente para o português desempregado (ou mal empregado) aceder àqueles postos de trabalho.

O Economista Português aplicou as taxas de empregos vagos à «força de trabalho civil» para obter aqueles valores, ambos fornecidos pelo Eurostat.  Na passada segunda feira, em post intitulado «Para diminuir o desemprego, diminuamos os lugares vagos», aplicou o mesmo método a Portugal mas sobrestimou o fenómeno: escreveu que havia 275 mil vagas e devia ter escrito 27,5 mil. Se quiser ver o modo de produção desse o erro, desça até ao dia 23, clique em comentários e leia o último. Em relação a Portugal, O Economistta Português tinha dez vezes menos razão do que supunha. No que toca à União Europeia, talvez tenha ainda mais razão do que há oito dias. As contas do gráfico acima foram reverificadas.

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