Subsídio bruto da UE a Portugal: 2,3% do PIB

UEePortugalTaxasDeJuroNo novo QREN, as empresas portuguesas pagarão juros mais baixos? (fonte: o atual QREN, grosso modo constante da publicação indicada no final do presente post)

O Economista Português assinala que o Dr. Passos Coelho, e o presidente da Comissão Europeia, Dr. Durão Barroso, concluíram ontem  em Bruxelas o acordo  para a utilização dos fundos comunitários no hepténio em 2014-2020.

O valor total é 25,3 mil milhões de euros, incluindo os fundos para a Agricultura. Esta verba contém todo o elemento de subsídio da União Europeia à nossa economia. O Economista Português sinaliza que aquele valor corresponde a 2,3% do PIB português por ano. Se Portugal integrasse os Estados Unidos, que a ortodoxia europeísta apresenta como monstros de egoísmo económico, beneficiaria por certo de transferências orçamentais seriam da ordem dos 20% do PIB.

Queira o leitor anotar que aqueles 2,3% não são um subsídio líquido; para obter esse valor líquido, devíamos abater àquele valor o dos nossos subsídios aos nossos parceiros europeus. Com efeito,  somos obrigados a subsidiar a UE devido à Política Agrícioola Comum e devido às Pauta Aduaneira Comu. Ao que O Economista Português sabe, o Estado português não se dá ao incómodo de apurar o valor em que subsidiamos alemães, holandesses, etc.

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As propostas do Governmo para os fundos comunitários nas atuais Estimativas Orçamentais estão em

http://www.qren.pt/np4/np4/?newsId=4209&fileName=20140131_acordo_parceria_portugal_2020.pdf

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