Dolce & Gabbana contra Vitória Beckham: o mercado decidirá

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Dolce & Gabbana, a controversa marca semigótica, disse ao semna´rio ilustrado semicatolico italiano Panorama que os bebés provetas eram «sintéticos». Era uma crítica aos bebés provetas, uma técnica cientificamente conhecida por fertilização  in vitro, O que provocou a proposta de boicote apresentada por Elton John (por razões óbvias) e por Vitória Bekham, por razões menos óbvias. Como o leitor não ignora, os bebés proveta são contrariados pelo catolicismo, e outras correntes religiosas ou laicas. Dolce & Gabbana guiaram-se por um arroubo de fé «ledo e cego» ou procuram segmentar o mercado numa base partidário-valorativa? É uma batalha a seguir. Entre nós, a Jerónimo Martins (Pingo Doce) teve uns arroubos católico-marketeiros, mas recuou nesse terreno. Ontem, a técnica foi estreada além Pirinéus.
O Economista Português não trata de casos de consciência e, nesse terrenos, ignorará sempre quem ganhará; mas, no terreno do mercado, ou ganhará Dolce & Gabbana ou a Srª Beckham, uma conhecida promotora de roupa feminina e masculina. Que ganhe o melhor nas prateleiras de roupa. Que a consciência vença sempre.  Um caso a seguir.

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