CGD: PS, BE, PCP e CGTP dão Cobertura a Despedimentos maciços

CGDDespedimentos

A União Geral dos Trabalhadores (UGT) tinha como ponto de honra que não haveria despedimentos na banca. Foi assim até ao governo das esquerdas . Os despedimentos começaram no Novo Banco. Já com o governo das esquerdas orçamentais. Ninguém protestou. Os despedimentos de bancários continuarão na CGD: ontem, o secretário de estado das Finanças anunciou ao Sindicato da empresa que haverá 2500 rescisões (marginalizando aliás o presidente da administração, o Dr. A. Domingues, anunciado mas não ungido e cuja independência em relação ao governo é ferida antes de tomar posse).

Sairão primeiro os  bancários da CGD no estrangeiro, depois será por acordo despedido-despedidos e se assim não se alcançar aquele valor, haverá despedimentos. O Sindicato publicou um comunicado felicíssimo. Mas o que governo anunciou foi diferente: foi um dado número de rescisões.

Em 2009, a CGD empregava em Portugal  cerca de dez mil pessoas pelo que os 2500 a abater ao efetivo atinge  quase um quarto do pessoal.

Como o governo é das esquerdas governamentais, são despedimentos bons. Se o governo não fosse bom, os despedimentos seriam maus e a CGTP já teria protestado. E o Bloco. E por certo mesmo o PS.

 

Os comentários estão fechados.