Clinton ou Trump: Qual é melhor para nós?

 

BilaryTruump

Os dois candidatos a presidente dos Estados Unidos escolhem os seus vicepresidentes.  As eleições aproximam-se. Os americanos escolherão no próximo dia 8 de novembro.  Os americanos escolherão o que julgarem melhor para eles. Pelo nosso lado, temos o direito e mesmo o dever de perguntar: Qual dos dois candidatos será melhor para o nosso País? Os nossos  mass media, inspirados pelo mano mais velho transpirenaico, preferem despudoradamente a Srª Clinton.  O Economista Português  analisará numa perspetiva nacional qual dos dois contendores é melhor para nós.

O Economista Portugal julga que o Sr. Trump será melhor para nós pelas seguintes razões:

  • Segurança nacional: o  Sr.  Obama inverteu a política tradicional dos Estados Unidos: desvalorizou os Estados Unidos e a Península, em benefício de Estados árabes democráticos. Que só existem na imaginação perturbada da Srª Clinton. Só o fabuloso fracasso das «primaveras árabes» impediu que a nossa segurança nacional estivesse em maior risco devido à inversão das alianças na zona.  Sem Israel forte e aliado aos Estados Unidos, na atual fase do campeonato mundial, o nosso país não conservará a independência por muitos anos. Trump apoia Israel e por isso apoiar-nos-á a nós.
  • União Europeia: o Sr. Obama substituiu a tradicional política americana de «relações especiais» com o Reino Unido pelo apoio incondicional à chefia alemã numa Europa fortaleza cada vez mais uniformizada e centralizada. O resultado está à vista: os Estados-membros mais pequenos são vassalizados e corremos o risco de guerra com a Rússia. Trump retirará o apoio incondicional à Imperadora Merkel e portanto aumentará a nossa influência internacional e diminuirá o risco de guerra na Europa oriental (calculamos onde as guerras começam,  não sabemos onde acabam).
  • Comércio internacional: Os últimos anos têm sido de marchas forçadas para a liberalização do comércio internacional. A continuar o ritmo, em Portugal em breve não se fabricará nem uma gasosa, não haverá um banco nem uma companhia de seguros. Há uns 150 anos, Oliveira Martins dizia que Portugal era «uma granja e um banco». Criticava assim a política económica e financeira da Monarquia liberal. Hoje, diria: «nem uma granja, nem um banco, nem nada, apenas um balcão de subsídios».  Precisamos do abrandamento do ritmo de liberalização. Trump já prometeu abrandar esse ritmo. Os riscos dos abrandamento  são menores do que as vantagens, pois Trump é um empresário internacional e não reverterá ao protecionismo.

Bandeiras partidárias e snobeiras à parte, do ponto de vista português, Trump é melhor do que Clinton.

Os comentários estão fechados.