CGD: As Ilusões Começam a Morrer em Almeida

CGDAlmeida

Militares da GNR para acalmar os protestos contra a CGD em Almeida

O governo e as instituições anunciaram o plano de salvação da CGD pelo IRS do leitor pois o Estado teria o seu banco, ao serviço dos portugueses. Um banco enxertado em Instituição de Solidariedade Social. A nova nova administração logo  fechou a  dependência de Almeida, uma localidade do interior. Os protestos foram imediatos.

O Dr. Paulo Macedo, novo responsável executivo da CGD e autor de uma obra notável no Serviço Nacional de Saúde, surpreendeu-se com os clamores públicos contra a CGD por causa de Almeida. Surpreendamo-nos nós com a sua surpresa: as desilusões provocam  uma reação emotiva e muitos portugueses sabem que estão a trabalhar para a CGD, sendo por isso previsível que se preocupem.

A fase neopatriótica da CGD começou com trapalhadas sobre o convite ao seu anterior chefe executivo, trapalhadas pouco dignificantes e ainda por esclarecer. E continua por mau caminho. As dificuldades não acabarão por aqui: a renacionalização da CGD revela que boa parte da nossa classe política não compreende o que significa a globalização para as finanças portuguesas.

Se o leitor quiser aprofundar o tema, queira ler a página que lhe é consagrada,  como é indicado a seguir. Queira clicar no topo da página, na zona equivalente à assinalada a encarnado.

CGDLembrete

 

Anúncios

Os comentários estão fechados.