G7: A Alemanha Ganhou a 2ª Guerra Mundial, Declarou Ontem a Sr.ª Merkel

Voltou o destino alemão: «chefia alemã, destino alemão», reza o cartaz nazi, acima, à direita. À esquerda, o segundo título do Frankfuerter Allgemeine, que se lembra bem do sentido histórico da palavra Schicksal

A cimeira do G7 acabou no passado fim de semana.  O G/, como o leitor sabe, agrupa as sete maiores economias mundiais.  Desta vez, o G7 alcançou acordo em torno de umas palavras ineficazes contra o terrorismo, que pouco tema  ver com a economia, e discordou nas duas questões económicas importantes:  as climáticas e as do comércio internacional.

O Presidente Trump não se entendeu com os outros sobre a paridade do Euro. Trump discorda da política económica alemã – o que, se soubéssemos disso tirar partido, aumentaria a nossa margem de manobra no seio da União Europeia.  A Srª Merkel não gostou. e passou ao ataque: «a Europa tem que tomar o seu destino nas suas mãos».

A frase é de cunho leninista. E a chancelarina usou a palavra Schiksal. É uma palavra carregada: era um dos termos cultos do nazismo e um dos termos do seu culto. O leitor encontra-a grafada no alfabético gótico no cartaz acima (é o último termo da última linha). Sintetizava nos anos 1930 e 1940 o domínio germânico sobre a Europa: era o destino. Afinal não foi.

A Sr.ª Merkel não é nem nunca foi nacional-socialista; foi, sim, sovieto-socialista, pois dirigiu a propaganda da Alemanha comunista, submetida à União Soviética. Abaixo tem uma fotografia dela nessa sua época.

MerkelNua

A SrªMerkel merecia o prémio Nobel da irresponsabilidade pelo modo como destruiu a política  da União Europeia contra a imigração. A srª chancelarina agravou o mal: ela não percebeu que o mundo continua a ser dirigido pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos, Rússia, China. A Alemanha perdeu a guerra, o que ela parece ter esquecido. Quem acredita que a Bundesweher, coitadinha, nos defenderá? Ou sequer que defenderá a Alemanha?  A Sr.ª Merkel, e a sua fiel empregada, a Srª D. Ursula Layen, que comanda a defesa alemã, terão ouvido falar em armas nucleares e sistemas de vetores? A imprensa alemã ri-se de Trump, que considera um palhaço ignorante, mas devia rever os filmes do Bucha e do Estica para  lá procurar a sua ignorante palhaça.

Num expectável regresso às origens ideológicas, a Srª Merkel age de novo irresponsavelmente, atacando agora os Estados Unidos e o Reino Unido. Com efeito, os Estados Unidos eram o inimigo da Alemanha comunista quando a Sr.ª Merkel dirigiu a sua propaganda. Se a UE seguir este caminho, que conduz à guerra, Portugal deve reconsiderar o seu estatuto na UE.

A Sr.ª Merkel ataca Washington e Londres por três razões:

  • quer ganhar as eleições alemãs e para isso acende a figueira nacionalista alemã, mascarada de nacionalismo europeu
  • está preocupada com a lógica ofensiva do Presidente Macron, o  cripto socialista francês (e quer ter condições para o ultrapassar na via federalista europeia depois de ter esmagado o Partido Social Democrata Alemão)
  • aprendeu a lição eleitoral de Trump: para ganhar as eleições, é preciso ser-se irresponsável.
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