As Taxas Moderadoras são Boas para a Saúde

Sem taxas moderadoras, os hospitais acumularão funções de saúde e de diversão

Vai pelas televisões um grande alarido pois os dois principais partidos de extrema-esquerda julgam que ganham votos obrigando o PS a manter a taxa moderadora. Talvez ganhem, pois a opinião pública está mal informada

As taxas moderadoras são boas para a nossa saúde por três razões e mais uma (SNS):

  • Cada um de nós tem que trabalhar pela sua saúde: a taaxa moderadora é um mínimo que lembra a cada um que, apesar e por causa do sistema nacional de saúde. Ele ou ela têm que dar uma contribuição pessoal para a sua saúde;
  • Sem taxa moderadora, aumenta a probabilidade de falência do SNS: sem taxa moderadora, haverá que aumentar os impostos e se a geringonçça aumentar os impostos, aumenta a probabilidade de perder as eleições. E aumenta a probabilidade de aumentar a participação monetária dos utentes na manutteçnão do SNS. O valor das taxas é muito baixo mas nada obsta a que seja reduzida para os realmente pobres.
  • A taxa moderadora dirige os recursos para os verdadeiros doentes – sem taxa moderadora, o SNS é um recreio de reformados e de hipocondríacos em geral; aquela taxa reduz a entrada nos hospitais de pessoas saudáveis eu que sofrem de carências afetivas
  • Mas devermos pôr mais na carta. O nosso SNS foi fundado há maiis de quarenta anos. Nestas quatro décadas foram efetuadas numerosas descobertas médicas. Essas descobertas são em geral de aplicação dispendiosas. Outras, igualmente caras, estão no pipe-line. O nosso SNS está a ficar ao lado dos progressos da ciência médica, por falta de fundos e pela mentalidade antiquada dos seus dirigentes políticos e sindicais. Se o o SNS continuar a perder terreno técnico, os contribuintes com mais dinheiro e mais informação recusarão pagá-lo, por saberem que ele nada tem para lhes dar. Um SNS sempre à beira da falência e tecnologicamente atrasado dificilmente subsistirá. Será o adeus ao SNS e o regresso à lei da selva na saúde dos portugueses. Em resultado de uma política ignorante e demagógica, O Economista Português pede aos dirigentes do partidos de extrema-esquerda que substituam a demagogia miserabilista pelo estudo dos problemas da medicina atual e exorta no PS a não fasear as taxas moderadoras: pelo contrário, deve mantê-las e acrescentar uma nova taxa de modernização tecnológica da dos cuidados de saúde-

Os comentários estão fechados.