5 Medidas 5 para Evitar o Caos nas nossas Empresas

O Telejornal da hora do jantar é um programa mortuário e enquanto o governo o mantiver não haverá retoma económica

O Governo come;a hoje a tratar com os parceiros sociais da recuperação da economia. O Economista Português avança trêssugestões > acabar com o terrorismo sanitário, separar as empresas da segurança social; combater a teoria económica delirante da CGTP; e acabar com o licenciamento económico prévio.

  • Acabar com o terrorismo sanitário> o governo deu às pessoas o que elas queriam<> medo. E acrescentou um sentimento falso de proteçãa, a prisão domiciliária. Mas o feitiço está a virar-se contra o feiticeiro> os muitos portugueses recusam sair da toca e trabalhar. O leitor acredita que alguém quer regressar }a cidade quando para ir ao cinema tem que passar pela seguinte ordália

O Governo deve também acabar com o Telejornal da hora do jantar que significa o contrário do que diz > diz que o desconfinamento corre bem e só fala no aumento de mortes ou no aumento de casos (atualmente em valores irrisórios, a epidemia está a acabar nesta saison)

  • Separar as empresas da segurança social: o lay off, tal como está a ser praticado, transforma as empresas em sucursais dado seguro do desemprego, pois obriga-as a pagar salários a assalariados que não desempenham nenhuma função produtiva. A continuarmos assim, em breve teremos rebentado com as empresas e com a segurança social. A produção coabita mal com a redistribuição: o leitor sabe que Salazar semicongelou as rendas de casa, obrigando os senhorios a redistribuirem dinheiro aos seus inquilinos e o resultado foi uma gigantesca crise habitacional, no 25 de abril. O mesmo acontecerá às nossas empresas. Os partidos políticos devem cessar de querer prolongar o lay-off e estabelecer mecanismos realistas de apoio social aos assalariados.
  • Combater a teoria económica delirante que a CGTP debita com voz suave e (queira Deus) sensata: é possível pagar salários indefinidamente a desempreagados e mesmo, como ontem dizia na RTP a senhora secretária geral daquela central sindical, aumentar os salários. A senhora D. Isabel Camarinha aliás declarou expressamente não se interessar por quem os paga: as empresas, o contrribuinte, a UE, ela não trata desse pequeno pormenor. Claro que se trata de uma perigosa fantasia. Joseph Schmpeter ensinou-nos que o capitalismo é um processo de destruição criativa e sairá da crise, como sempre saíu, com mais desemprego e novos empregos. O governo parece preparar-se para embalsamar a nossa economia num fascismo sanitário. Tem que garantir o social e pôr a economia em marcha. O que só será feito plenamente depois de sabermos o que a União Europeia nos dará (mas já sabemos que não estamos a apresentar projeos em quantidade e qualidade suficiente, omissão de que ninguém trata pois somos os melhores do mundo.
  • Acabar com o licenciamento económico prévio libertará energias criadoras e seráá o sinal que o renascer das nossas empresas ocorrerá sem corrupção.
  • Só depois o governo deve meter mais papel na mão das empresas. Mas hoje e amanhã não tem um minuto a perder.

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