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O Ministro Pedro Nuno Santos anuncia Subsídios sem Limite à TAP

 Pedro Nuno Santos prepara-se para tirar a máscara de ministro e

O ministro das Infraestruturas, Dr. Pedro Nuno Santos, confessou ontem n«o poder garabtir que  «apenas» injetará 1,2 mil milhões de euros na TAP. Só que a  União Europeia (UE) em breve proibirá de novo  a subsidiação de companhias aéreas e por isso o Ministro não será autorizado por Bruxelas  a subsidiar a TAP para lá daquele valor.  Por isso, o ministro confessa que não está em condições de  garantir a sobrevivência da TAP com aquele elevado subsidio.  O ministro Santos  preparam-se para subsidiar largamente a TAP sem ter  procedido a estudo de viabilidade da empresa.

Suponhamos que a UE autoriza mais m subsídio. Será suficiene? O seu custo marginal para o contribuinte português será muito mais elevado do que que (por exemplo) para o alemão, pois o rendimento deste é mais elevado do que o nosso.  Convem não pensar que o Covid19 nos fez levar as tempos de Salazar e de Trotsky nos quais  vicejava o patriotismo económico do Ministro Santos. E por isso, mais tarde ou mais cedo, a UE voltará a  proibir a subsidiação das companhias aereas. Aliás, quem analisa com uidado a autorização concedida a Portugal para subsidiar a TAP  percebe bem que em Bruxelas ninguém agoura longa vida à transportadora aérea portuguesa.

Pedro Nuno Santos afirmou que liquidar a TAP teria custos superior a mantê-la. Mas, como o ministro confessou que não sabe quanto terá que pagar a mais de subsídios à TAP, confessou ipso facto que não sabe quanto  custará o caminho em que quer meter-nos. Se o ministro Santos  soubesse fazer contas, perceberia que por isso não está autorizado  dizer se o seu caminho é mais caro ou mais barato do que fechar a TAP. Só que Santos sabe contar histórias de fadas mas não sabe contar com números. Aliás, nem julgou necessário dizer-nos quando custaria a falência da TAP. Por certo porque não estudou este problema.

O ministro Santos lançou ontem alguns números soltos sobre a TAP. Examinemo-los.

  • A TAP exporta 2,6 milhões de euros: o valor é impressivo mas esqueceu-se de dizer quanto importa (combustíveis,  pagamento dos aviões ao estrangeiro, para não falar da importação de capitais para financiar a dívida da TAP a curto prazo renovável). Se o   Santos soubesse contar número, saberia que não pode comparar o subsídio de 1,2 mil milhões que é um valor acrescentado com uma venda, como é o caso dos bilhetes e dos fretes. As vendas são por definição superiores aos valores acrescentados e por isso a comparação é enganadora e revela o espírito banáusico de quem a faz;
  • A TAP compra a empresas nacionais 1300 milhões de euros por ano.  Este argumento é mostra o esmero de Santos em demonstrar o seu desconhecimento do assunto: se considerarmos  aquelele valor de compras corresponde a 650 milhões de euros de valor acrescentado (uma taxa de conversão por certo favorável), el corresponderá a 0,3% do PIB.  Santos não compara este valor com  o acréscimo do nosso PIB proveniente da montagem de uma solução alternativa à atual TAP. Para ele só há uma solução, tudo o resto são trevas exteriores.
  • O Ministro diz que os 1,2 mil milhões dão folga na liquidez mas, no seu simplismo económico, esquece-se de dizer o que acontecerá à conta de ganhos e perdas da TAP: aumentará o dinheiro em caixa mas aumentará mais o défice de exploração e mais ainda o défice da conta de ganhos e perdas.

O Ministro Santos louva-se nas negociaçóes com os privados da TAP para justificar a solução da negociação. Será que o ministro Santos  espera que alguém leve a s+ério este argumento?

Da entrevista do Ministro Santos  dezuimos ainda que ele não tinha uma solução alternativa a negoiar com os provados da TAP. Se tivess um plano B, por certo o teria referido ontem. Porque não foi estudada a solução  usada na Swiswair e na Sabena: deixar falir a companhia e fundar uma nova (Swiss, Brussels Airlines)?  Foi estudada a hipótese de exigir garantias aos acionistas privados a troco do financiamento autorizado por Bruxelas? Há anos, a Lufthansa manifestou algum interesse pela TAP.  A Lufthansa foi sondada?  Ou a de manter apenas as linhans tendíveis e comportáveis com a dimensão do país?   O Ministro Santos devia ter estudar estas hipóteses (entre outras) e não tem o direito de  invocar ignorância da crise da TAP pois referiu-a frequentemente nos últimos meses.

É desnecessário comentar os chavões ministeriais não justificado; empresa estratégica, reforça a  coesa nacional, etc.

Se o Ministro Santos  esquece as questões económicas da TAP, o seu planeamento político da TAP  é sistemático: garante aos assalariados da transportadora aérea  que o seu salário será sempre pago, o que revela  as suas dívidas políticas no caso em debate,  e estabelece um regime social de afrontoso privilégio; quer  a nova TAP a fazer carreiras de aviões vazios para a Anadia e arredores, por ignorar que assim arruina a  empresa reconvertida ou aumenta-nos os impostos para subsidiar as linhas aéreas eleitorais.

O Ministro Pedro Nuno Santos falou a TAP em tom de réu mas réu eombativo e eleitoralista.  O leitor julgará da credibilidade das suas afirmações a partir do seguinte exemplo; depois repetir a afirmação que diz sempre a verdade ao seu povo, declarou, sem se rir,  que não tinha tido nenhum  nenhum conflito  com David Neeleman.

O Economista Português afirmou há dias que a nacionalização da TAP seria a sua entrega aos boys dos partidos políticos, e em particuar aos boys socialistas. A entrevista de ontem deu-nos razão mais cedo do que contávamos:   Pedro Nuno Santos deixou cair a máscara de ministro e mostrou  que é um boy, pronto a deitar dinheiro público pela janela fora,  devido a uma ministura de  incompetência e  de insuficiência de boa fé para com os contribuintes e os eleitores em geral.

O Econiomista Português  espera que, dada a gravidade da situação, o Sr. Primeiro Ministro aceite o pedido de demissão do Ministro Pedro Nuno Santos. Será fácil reconvertê-lo na política local nortenha, para a qual revela méritos.

O Governo deve Declarar a FaIência da TAP

 O Govrno deve pedir a insolvência da TAP porque mantê-la acarreta um aumento elevado de impostos e  em caso algum permitirá mantê-la a médio  prazo. Estão em causa verbas muito avultadas: Bruxelas autorizou 1,2 mil milhões de euros de subsídio para a empresa voar mas a isso há a acrescentar as despesas do despedimento  de cerca de três mil empregados da empresa o que elevará a despesa para uns 4% do PIB antes da crise económica do Covid18. Isto tudo somado dá que o leitor, como todos os portugueses, terá que trabalhar oito dias para subsidiar a TAP ( mais do que oito dias quando contabiliarmos os efeitos da crise econóica do Covid)Vejamos os argumentos a favor e contra o subsídio à TAP.

A favor da manutenção da TAP  está o ela trazer turistas para o nosso país, aumentar a nossa visibilidade mundial e o emprego que cria.  São também invocáveis razões de segurança, assentes na disponibilidade aeronaves operacionais.

Examinemos estes argumentos. Quem pensa que a TAP nos traz turistas vive no s+eculo XX. Quem traz turistas em grande quantidade são as low cost.   No século XX, a aviação comercial  vivia na época do protecionismo: qualquer linha tinha que ser aprovada pelos governos dos países . Mas há uns anos foi aprovada a quinta liberdade que permite a qualquer aerotransportadora estabelecer uma linha sem autorização dos governo desde que ela apenas sirva a capital de um dos dois países por ela servidos  Assim uma linha aérea Londres-Faro não necessita da autorização dos governos inglês e português pois Faro não é a capital de nenhum deles. Esta liberdade veio para ficar

Vejamos as outras supostas vantagens. É difícil medir os benefícios da visibilidade internacional e o preço do seu acréscimeo tem que ser tido em conta nessa análise custo-benefício. Esya razão é no fundo o patriotismo económico mal compreendido: os belgas orgulham-se do seu chocolate e os suíços dos seus relógios, que dão lucro, e nós orgulham-nos da TAP, que dá prejuízo. O emprego só é vantajso se não for subsidiado pelo aumento dos impostos, o que não tem sido o caso da TAP.. Um país com tantos emigrantes deve ter a capacidade de montar uma ponte aérea para os retirar de países  perigosos mas hoje o mercado internacional  de aluh~guer de aviões de passageiros é muito largo e por isso basta-nos ter planos de emergência para os fretar o queque não será difícil pois teremos  o apoio da Força Aérea (mas também da Marinha e por certo igualmente do Exército e da GNR).

Este debate é porém inútil pois sabemos que a TAP nunca será rendível e por isso mesmo que o contribuinte português tenha ensandecido  e aceita subsidiar a TAP a União Europeia não autoririzará essa subsídiação. A propaganda pr´-TAP sugere que os subídios atuailmente discutidos serão pagos por Bruxelas. Mas isso é falso: Bruxelas apenas nos autoriza a gastarmos o dinheiro dos nossos impostos pois violam a conciorrência e sõ são lícitos com a autorização da comissão da UE. Isto é: só  Bruxelas autoriza-nos a gastar com a TAP 1,2 mil milhões de euros mas não autorizará  novos subsídios.  Ora nós sabemos que aquela verba, embora muito avultada ~, é insuficiente. E sabemos isso porque o Sr. David Neelman não a acordou com o nosso governo. EE não a acordou por a cpnsiderar insuficiente (seria absurdo supor que Neelman não aceitava o subsídio por o julgar excessivamente grande).  Ora Nelelman percebe de aviões, matéria em que é inepto o inverosímiç mimisto das Infraestruturas, o Dr. Pedro Nuno Santos,

Basta olharmos à nossa volta para logo verificarmos que  o nosso país não tem condições para ter uma companhia aérea internacional própria. Na Europa ocidental, a Finlândia e Portugal sõ os únicos países com transportadoras internacionais próprias. Esqueçamos a eternamente defcitária alitalia, na qual ninguém quer pegar. A Grécia tinha muito orgulho na sua Olympic, sempre defiitária, mas teve que renunciar a ela na sequência da crise financeira de do Lehman Bros (2008-2010).  A Espanha e a Irlanda est´ão debaixo das asas da British. As  transportadoras belga, austríaca e helvética são propriedade da Lufthansa.  O transporte aéreo é hoje uma indústria hipercompetitiva, com pequenas margens de lucro. A Finlândia beneficia da vantagem de ser um país credor e por isso pagar juros baixos pelos seus aviões, sejam eles em leasing ou propriedade propria. Ao mesmo tempo, a Finnair tem acesso a rotas com tarifas mais caras por km.. A TAP do Sr. Neeleman  nunca conseguiu equlibrar duradouramente a sua conta de exploração (embora disso se approximasse)  porque tnha que pagar juros altos (devido ao nosso baixo  rating de crédtto internacional) e tinha que vender bilhetes baratos para aumentar rapidamente a sua quota de mercado. Não teve tepo, nem terá tempo. O transporte aeronáutico, com Covid19 ou sem ele, estabilizará num número reduzido de transportadores, que são propriedade de países capital intensivos e de moeda forte.  No futuro previsível  o  nosso país não está nem estará nestas categorias e por isso nunca terá uma transpora internacional própria.

Se o leitor ainda dúvida que devemos fechar imediatamente a TAP , O Economista Português  pede-lhe que atente nas palavras do Dr. Rui Rio, presidente do PSD: disse ele, em palavras mais sedutoras, que quer a nova TAP a apoiar o desenvolvimento regional do Porto. Ora isso significa aumentar os custos da TAP, pois obriga-la-á a manter linhas deficitárias e por isso a ter custo de eploração maiores do que os da concorrêmncia. Ou então essa linhas  serão de serviço público, o que implicará um aumento de imposto para os cidadãos de todo o país subsidiarem as viagens aéreas dos habitantes do Porto. Mas o Dr. Rio, claro, esqueceu-se to aumento dos impostos.

1998: O Economista Português comentava a Crise da TAP

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Nos finais de janeiro de 1998, a TAP vivia outra crise, provocada pela intransigência negocial dos pilotos, tendo como pano de fundo os habituais prejuízos da companhia aérea.  O Economista Português  comentou a crise na seguinte coluna de opinião, no Público

rei Salomão e a Tap

sugestão de destaque

Os pilotos aplicam aos portugueses o dilema do prisioneiro:  ou nos dás o que queremos ou arruinamos a Tap, ficamos sempre melhor

Todos os países  gostam de ter uma companhia aérea. Há uma companhia aérea que gosta  de ter um País. O leitor já adivinhou qual é? 

A Tap está em boa situação financeira. Os pilotos da Tap é que põem o seu egoísmo corporativo acima do interesse dos portugueses. Recomeçaram as ameaças de greve.

Acresce que em 1997 a Tap deu lucro, um fenómeno histórico. Este mel   excitará os pilotos. Ora o lucro – pequeno, cerca de 1% das vendas – é devido à boa administração, à contenção salarial dos restantes trabalhadores, à baixa das taxas de juro, à rendibilidade da manutenção, ao sacrifício dos portugueses. É devido a tudo menos aos pilotos.

Os pilotos   não cumpriram as metas   do Plano de Saneamento. Os tripulantes também não. Pelo menos até Abril de 1997.  Nos aviões da União Europeia, os pilotos tinham a segunda mais baixa produtividade e o pessoal de cabine era a lanterna vermelha.  Trabalham menos horas e faltam mais ao trabalho.

Porquê? Porque têm uma certeza: o País não pode viver sem a Tap, a Tap não pode viver sem os pilotos. Portanto, basta-lhes exigir. Apanharam o virus imperial. Julgam-se imperadores.  Digamos em abono da verdade e dos pilotos que esta virose surge em todas as companhias aéreas estatais.

Entre nós, infelizmente,   deu com força. A Tap precisa de contratar uma companhia charter para fazer certos vôos? Os pilotos vetam e ameaçam com greve. O Estado quer cobrar impostos sobre os seus ordenados?   Acham-se dispensados, declaram (sem rirem) que autorizam a Tap a pagar  por eles ao fisco  e  ameaçam com nova greve.

Eles estão no mercado internacional e, por isso, só aceitarão o horário de trabalho dos pilotos da British Airways quando ganharem o mesmo.

É falsa a teoria económica implícita nesta reivindicação. A verdade é que os salários dos pilotos da Tap dependem da produtividade deles e não da dos pilotos da British Airways. Mas aquela certeza de que os pilotos da Tap arranjam sempre emprego – e  bem pago –  mostra-nos que são trabalhadores mais iguais do que os outros. Tranquiliza-nos quanto ao futuro deles.

Devido ao virus imperial, os pilotos aplicam aos portugueses o dilema do prisioneiro:  ou me dás o que quero ou arruino a companhia; escolhe: se mantiveres a Tap, pagas-me o que exijo; se nós a arruinarmos, ficamos bem na mesma.

Esta folia não assenta na realidade. Conduzirá inevitavelmente à falência. Só se  mantém porque os   portugueses pagam. O último Plano de Saneamento custou 180 milhões de contos. O Estado português nunca tinha metido tanto dinheiro numa empresa. Cerca de 60 contos do IRS do leitor  foram direitinhos para a  Tap.

A arrogância dos pilotos é   anacrónica. É  a «linha aérea imperial» da era dos mercados fechados. Por isso, parece uma brincadeira – de mau gosto. O certo é que devemos fazer tudo para salvar a Tap. Com dois limites: primeiro, sabermos que ninguém pode ser salvo contra a sua vontade. Segundo: o País ter mais benefícios do que custos.

A mesma mão generosa que deu os 180 milhões de contos  deve aperfeiçoar a requisição civil dos pilotos, para evitar que  eles malbaratem o esforço dos contribuintes.

A seguir, se os pilotos violarem a lei, dispensá-los-à. Se arruinarem a Tap, dispensá-la-à.  Vejamos. As vantagens de uma companhia de bandeira são:  

* trazer prestígio  internacional;

* enfrentar catástrofes naturais.

* ganhar emprego e divisas;

* fazer linhas aéreas para locais não comerciais;

Os pilotos destroem estas vantagens. Criam um clima que   desprestigia a companhia e anula a certeza da disponibilidade dos aviões.

Bruxelas proibiu os subsídios e por isso, o resultado – a falência – é uma questão de ameaças de greve, de greves e de tempo.

A Tap não tem nenhuma rota que outros não queiram explorar.

A cura da virose imperial é   segura, simples e barata: um patrão privado. Convém ministrá-la antes que seja tarde. Se for tarde, com menos dinheiro que a Tap nos custa, faremos outra melhor. Ela contratará os pouquíssimos pilotos    que não conseguirem emprego na Inglaterra, na Zambia ou num dos numerosos países que anseiam por lhes comprar o passe.Tudo isto porque a Tap é uma criança   querida. O leitor conhece com certeza um caso parecido. Duas mulheres diziam serem mães da mesma criança. Foram reivindicá-la a Salomão. O rei mandou cortarem-na ao meio. A verdadeira mãe recusou. O rei deu-lhe o filho vivo. A história toda vem na Bíblia, no 1º livro dos Reis, 3, 16-18. O Gover

Frutos do Covid: a TAP para os Boys?

Parece ser certo que o Estado assume a gestão da TAP,. . A transportadora continua a ser uma sociedade anónima. No curto prazo, foi evitado opior /~(a nacionalização) mas não foi evitado o muito mau~:: o Estado +psa a ser o dono efetivo da TAP.

O Estado não tem vocação parra gerir companhias de aviação. Os primeiros resultados já estão à vista: nada foi anunciado em relaç

ao ao pessoal excedentário (cercca de um terço do total) mas já foi anunciada a jde 1,2 mil milhões euros Ao contrário da Lufthansa, e de outras companhias aéreas eurpeias: os pilotos alemãmães aceitaram uma baixa de 40% dos salários durante a crise e houve dispensas de pessoal.

Qual é o plano para a TAP? Só sabemos que o sr. ministro das Infraestruturas, o Dr,. Pedro Nuno Santos, começou o ano passado a atacarra empresa. Nunca deu provas da sua ineficiência mas a Comissão de Bruxelas acreditou nas suas palavras e exluiu a TAP do esquema de apoio mais vantajoso, rservado para as transportadoras aéreas que apenas entraram em crise por causa do Covid. Todos nós pagaremos o preço da insensatez do Dr. Pedro Nuno Santos. Que se saiba, este ministro não ofereceu sua demissão: prefere pagar os seus erros com o dinheiro dos impostos do leitor.

É difílcil escrever sobre a TAP, pois o ministro Santos oculta toda a informação económica relevante para avaliar a gestão privada da empresa.

Est

a por deomonstrar que uma companhia áerea, para mais gerida pelo Estado, e portanto sempre deficitária, seja útil à economia portuguesa. Os primeiros subsídios, acima referidos, são assutadores. Para mais,, destinam-se a pagar uma companhia aérea que não vioa o que precisa.

Qual a razão da sanha contra o Sr. David Neeleman, dono da brasileira Azul e pai do «business plan» que permitiu o recente crescimento da TAP? Foi a Comissão de Bruxelas que o vetou por ser exterior à UE?? Se foi, era bom que se soubesse.

A recusa da nacionalização parrece ter o dedo do Primeiro Ministro, Dr. António Costa. Evita o pior mas não exclui o muito mau. Está por garantir que a TAP será administrada por pessoas competentes e não por boys. O Mimnistro Santos neste particular não quis engannar-nos: nomeou para presidir ao Porto de Leixões um seu antigo chefe de gabinete, que é um boy do PS.

Covid19: dois por cento da Taxa de Mortalidade põem Portugal de Joelhos

Os «carriers» do Covid19 são transformados em doentes (assintomáticos) pelas estatísticas de saúde portuguesas

Ontem o Primeiro Ministro Dr. António Costa anunciou que o Covid continua no nosso país e institucionalizou-o ao anunciar que estaremos eem estado de alerta enquanto a epidemia (ou o vírus?) durar. Várias freguesias da Grande Lisboa voltam ao confinamento mais ou menos forçado, por nelas ter crescido (ou parecido crescer) o número de novos casos. Esta medida prejudica o nosso equilíbrio psíquico  e a nossa economia. Este estado de exceção informal foi decidido apesar de o número de mortos com influência do Covid19 ser  entre nós inferior a  2% da taxa de mortalidade global, isto é, o número de mortes em que as nossas estatísticas saniárias conseguem meter o Covid19 é um quinqugésimo do número total de óbitos. Com efeito, no nosso país registam-se cerca de 300  óbitos por dia e, mesmo depois do que parece ser (e talvez não seja) um aumento dos novos casos, nunca faleceram por dia mais do que seis portugueses cuja certidão de óbito leva a menção de Covid19. Manção mais do que discutível, como o leitor sabe. Esta número microsscópico é suficiente para pôr um país de joelhos (na expressiva metáfora do Eng.º António Guterres), ameaça destruir a época turística e  parece significar que para o Estado português a epidemia Covid19 não acabará no nosso país antes de Cristo regressar. Entre nós, enquanto houver óbito imputavel ao Covid19, a epidemia continua. Por este critério, continua a epidemia de gripe influenza de 1918 que, em anos anteriores, despoletou a morte de cerca de oito portugueses por dia.

Jornais, televisões, opinon makers e políticos ocultam aos portugueses estes dados sobre a nossa morbilidade, por um conjunto de razõs: ignorância, interesse material, obediência partidária, outros mais. Não vem ao caso destrinçá-los. Já  importa compreender a tática do  Dr. António Costa que  é um homem sensato e um político hábil. O Primeiro Ministro procura um equilíbrio entre o confinamento e a reanimação da economia. Sem reanimação da economia não haverá meio de pagar os subsídios exigidos pelo fecho de boa parte da estrutura produtiva, motivado pela ideia que vivemos uma nova peste negra e devemos ser confinados. O Primeiro Ministro alcança o seu compromisso aumentando o confinamento legal num número reduzido de freguesias na Grande Lisboa, que têm mais novos casos, e aliviandodo-o na grande maioria do país. Mas Costa está persuadido que uma boa parte dos eleitores julgam que o Covid19 provoca uma enorme mortandade. Por exemplo: apenas um terço das famílias manda as crianças para creches e jardins infantis (não consta que algum petiz fique em casa na Dinamarca, por exemplo).  Costa tem que lhes mostrar que também receia ser liquidado pela mmicroscópica entidade. Sabe que muitos dos eleitores estão a deixar de acreditar que é o confinamento que salva. Está demonstrado que carece em absoluto de provas (queira ler o artigo seguinte). Costa esquece os jovens que lhe voltam as costas e prefere dar o confinamento à grande minoria atemorizada e mal informada.

As medidas adotadas por Costa dizem o contrário do que significam: dizem que a epidemia está a desaparecer mas o seu subtexto é que ela vai de mal a pior. Este compromisso é impossível: transformar os restaurantes em cantinas de prisão e as praias em campos de concentração à beira mar plantados, manter a prisão domiciliária mais ou menos disfarçada convencem essa parte da opinião que o govero esconde a real gravidde da situação e esta convicção  impede o regresso à produção na maior parte dos serviços e em boa parte da indústria transformadora e da agricultura,

O Primeiro Ministro prepara por certo a declaração do fim prático da epidemia para o momento em que a União Europeia adotar um programa de ajuda, incluindo o nosso país. Mas a sua estratéga cede demasiado à opinião ignorante e dá pulso livre aos mass media, que medievalizam a população mais prudente ou mais ignorante ou mais assustada. Sabem que com isso não perdem publicidade pois os jovens abandonam-nos e são os jovens quem mais duvida da teoria oficial sobre o Covid19, o c~~~O Covid peste negra 2.

Covid19: a «Nature» não demonstra que o Confinamento salva Vidas

Covid19:  a «Nature» não demonstra que o Confinamento salvo Vidas

O estudo da Nature sobre o efeito do confinamento na epidemia do Covid19 assenta numa metodologia deficiente e não demonstra, escreve Nich Davis, u metereologista independente baseado em Inglatterra, em artigo publicado num blog científico respeitado. A revista Nature publicou recentemente um estudo de investigadores do Immperial College, de Londres, afirmando que o confinamento salvou vidas na epidemia de Covid19,.  O seu principal epidemiologista, Niall Ferguson,, está desacreditado não só pelos estudos que previam uma mortandade se acabasse o confinamento em Inglaterra mas também +rlos seus modelos de epidemias zoófilas, que levaram ao massacre inútil de muitos animais.

Segue-s o resumo do artigo e o link para a sua versão completa

Did lockdowns really save 3 million COVID-19 deaths, as Flaxman et al. claim?

Posted on June 21, 2020 by niclewis | 119 Comments

By Nic Lewis

Key points about the recent Nature paper by Flaxman and other Imperial College modellers

1) The transition from rising to declining recorded COVID-19 deaths in the in 11 European countries that they studied imply that transmission of COVID-19 must have reduced substantially.

The study was bound to find that together the five government non-pharmaceu  tical interventions (NPI) they considered contributed essentially 100% of the reduction in COVID-19 transmission, since in their model there is nothing else that could cause it.

2) The prior distribution they used for the effects of NPIs on transmission in their subjective Bayesian statistical method hugely favours finding that almost all the reduction in transmission is due to one, or possibly two, NPIs with all the others having a negligible effect.

The probability density of the prior distribution at their median estimates of the effect on transmission of each type of NPI, which allocate essentially all the reduction in transmission to lockdowns, was many billion times greater than it would have been if the same total estimated reduction had been spread evenly across the types of NPI.

3) Which intervention(s) is/are found to be important depends critically on the assumptions regarding the delay from infection to death. When using their probabilistic assumptions regarding the delay from infection to death, a huge (and highly improbable given other assumptions they made) country-specific effect is required to explain the reduction in transmission in Sweden, where no lockdown occurred. If delays from infection to death are increased by just three days, their model no longer finds lockdowns to have the largest effect, and a more moderate country-specific effect is required to explain the reduction in transmission in Sweden.

Para ler mais:

O Economista Português agradece ao Epidemiologista anónimo o envio do link acima.

O Epidemiologista Anónimo confessa-se sobre a nossa Atualidade

O Economista Português publica, ligeiramente editada, a fascinante confissão do Epidemiologgista Anónimo sobre a nossa atualidade

        Este epidemiologista anónimo agradece a sua referência. E acrescenta alguma explicação sobre o seu silêncio.

        Desde 10 de Junho que, após alguns dias de reflexão, o Epidemiologista Anónimo decidiu portar-se coerentemente com a análise que faz sobre o estado das coisas e deixar de avaliar diariamente os dados sobre a gripe. De facto, de uma fase em que se pretendia justificar acções com alguns argumentos aparentemente científicos atamancados, passou-se a uma fase de “desconfinamento da estupidez e da superstição” em que politiqueiramente se vão tomando, ou não tomando, medidas já sem olhar às tais atamancadas fundamentações aparentemente científicas.

        De facto, são muitas as incongruências entre “medidas” governamentais, o que já diz alguma coisa. Mas, claramente, ficou ontem  REFERE-SE A 22 SEGUNDA  demonstrado que o que os governantes chamam “ciência” já não serve de nada: perante umas quantas violações, três ou quatro delas de maior monta, do calamitoso estado da decisão política, mais uma vez legislou-se com base em superstições e decidiu-se continuar e ampliar a violação dos direitos e liberdades dos cidadãos de Lisboa. Passo a explicar melhor:

        Houve já já para uma semana ou mais, uma enorme manifestação espontânea (segundo dizem) contra o que apelidam de “racismo”, a maior de sempre realizada em Portugal, também segundo dizem. Seria uma óptima oportunidade para testar a hipótese de tais ajuntamentos contribuírem para o aumento da doença, ou da “sobrecarga sobre os hospitais” que, é bom não esquecer, foi o argumento central para decretar a prisão domiciliária, durante semanas, dos portugueses. Mais recentemente, outros dois acontecimentos de menor magnitude vieram a ocorrer, um que durou horas (a acrediatr nos meos de comunicação) em Carcavelos, e outro no Porto: investigação sobre as __reais__ consequências de ambos na progressão da doença foi coisa que não passou pela cabeça das autoridades da saúde e da política. E o mesmo se passou relativamente à festa de umas dezenas de pessoas no Algarve, da qual apenas conhecemos o número de __infectados__ e não o número de efectivos doentes, internados em hospitais, e por isso pertencentes ao tal risco de sobrecarga dos hospitais que se pretendia evitar com medidas que me recuso a apelidar de “medievais” pois nem sequer durante a chamada “Idade das Trevas” tais medidas foram alguma vez praticadas ou sequer sugeridas (como, espantosamente, são sugeridas em alguns manuais de epidemiologia médica publicados durante a última década).

                Ou seja, mais uma vez, ontem, o governo “aos factos disse “nada” “, não avaliou as consequências epidemiológicas, se as houve (!), dos três ou quatro acontecimentos sociais; não questionou, sequer, o facto de haver cada vez mais infectados e cada vez menos pessoas hospitalizadas ou a morrer; mas mesmo assim legislou. Legislou de acordo com os seus “achismos”: acham que os ajuntamentos agravam a epidemia e, sem se preocuparem a demonstrar que assim é, actuam politicamente reduzindo os direitos e liberdades dos cidadãos.

        Em circunstâncias como estas, o Epidemiologista Anónimo considera que estava a desperdiçar o seu tempo analisando os factos para formular argumentos científicos: toda a argumentação sobre a gripe é hoje baseada em superstições e, consequentemente, na lei do mais forte. Portanto, e na sua carreira mais uma vez à semelhança de Francisco de Holanda, o Epidemiologista Anónimo decidiu ir cuidar das suas oliveiras, uma vez que na corte se encomendam desenhos de tapeçarias e de roupas a quem não tinha formação artística, esquecendo-se aqueles a quem o estado financiou, pelo menos em parte, tal formação. E surge esta reflexão a propósito do que o Epidemiologista Anónimo ouviu há dias da boca do ex-ministro da saúde, especialista e professor universitário de saúde pública: declarações que mostram que este senhor equivale aos tais a quem a corte encomendava os desenho de tapeçarias e figurinos. Dizia Sua Sumidade que agora já não era altura para gerir a epidemia com base em modelos, era altura de fazer trabalho de campo.

        O Epidemiologista Anónimo ficou pasmado ao ouvir tal manifestação de certamente profunda sapiência moderna e actual, uma vez que, na sua formação, quiçá quando o tal ex-ministro ainda andava de cueiros, tinha aprendido que epidemiologia é, acima de tudo, trabalho de campo, de observação, de recolha de factos. Mesmo quando se trata de doenças conhecidas, há que recolher factos para perceber como, na situação concreta, essas doenças se desenvolvem e progridem. Para, com esses factos, “alimentar” os modelos que ajudam a prever o que se virá a passar e assim orientar a forma de intervir. Coisa que descreveu ao Economista Português numa longa mensagem sobre a forma como a epidemia foi enfrentada no Japão, onde os especialistas em saúde pública estiveram “no campo” desde a primeira hora, a recolher dados sobre as vias pelas quais a epidemia progredia e estabelecendo, com o rigor possível, a hierarquia dessas vias, para concentrar os esforços nas mais importantes.

        Aliás, já há quase duas semanas que o Epidemiologista Anónimo não vê telejornais nem lê jornais: está farto de ver e ouvir asneiras e desinformação. E  teme que o consumo de substâncias desse calibre desencadeia violentas reacções de indignação que possam piorar o seu estado de saúde. De facto, ouvindo as sumidades da saúde pública, das doenças infecciosas, etc., entrevistadas pelos telejornais, o Epidemiologista Anónimo formou uma convicção, mais forte a cada nova entrevista que ouvia, de que toda aquela gente não entende nada de matemática, fala com tal impropriedade e falta de rigor dos “modelos” (em contraste com o rigor usado ao falar de imunologia, por exemplo) que se vê claramente que nunca meteram as mãos naquela massa e estão todos a debitar ciência de ouvido. Possivelmente, recebida dos “epidemiologistas” que aparentemente existem na Faculdade de CiêncIAS e onde nunca encontrou qualquer propensão para realizar ou investigar coisas médicas. O que o fez comparar a situação com a descrita, ironicamente, por israelitas, lamentando que o seu governo só ouvisse conselhos de “modeladores” de formação matemática e física, mas ao mesmo tempo elogiando o facto de o dito governo não ter seguido tais conselhos (
https://www.haaretz.com/israel-news/.premium-coronavirus-israel-why-no-one-can-explain-the-drop-in-cases-after-lockdown-lifted-1.8871985 ).

        O Epidemiologista Anónimo não acompanha o Economista Português nos seus elogios à drª Graça Freitas, que cada vez mais parece ter há muito passado O SEU PRAZO DE VALIDADE: em todas as declarações que tem ouvido, a dita senhora mostra, e reafirma, a sua convicção de que em Portugal se “caçaram” todos os vírus e que a doença não está largamente espalhada na população. Como qualquer pessoa sensata poderia imaginar, tendo em conta os dois casos aparecidos em doentes internados no Hospital de Santa Maria de Lisboa __antes__ de ter sido identificado o primeiro caso em Portugal; dois casos que só alguns dias depois vêm a ser descobertos, na sequência de uma “recomendação” da Organização Mundial de Saúde no sentido de alargar o espectro das pesquisas. Qualquer pessoa sensata _afirmaria_, como na altura fez o Epidemiologista Anónimo, perante estes dois casos e a muito maior ocorrência de contágios nas redondezas do Porto, que o “problema” maior estava em Lisboa, mas que ninguém parecia sequer interrogar-se sobre a discrepância entre o que seria de esperar e aquilo que era tomado como “a realidade”. De facto, as autoridades da saúde viviam, e continuam a viver, na convicção/ficção de que “caçaram” todos os vírus e que conseguiram evitar que ele se espalhassem na população. Mas a realidade, em geral, não se importa mesmo nada com as convicções das pessoas e segue o seu caminho: aparece agora o que estava escondido debaixo do tapete em Lisboa. E, aparentemente, as autoridades da saúde continuam a considerar que, com mais do mesmo, irão conseguir agora o que não conseguiram com o estado de sítio. Persistir nesta via, sem sequer considerar as hipóteses alternativas, é a ausência da perspectiva científica e é a ausência do mais rasteiro nível de profissionalismo ao nível da aplicação prática da ciência.

        Em suma, para o Epidemiologista Anónimo, “science is settled”: morreu mais gente por milhão de habitantes nos sítios onde foi decretada a prisão domiciliária de toda agente que não estava doente; e a “taxa de letalidade” dessa absurda medida dita “sanitária” varia quase proporcionalmente à intensidade ou eficácia dessas prisões. a ciência também está “settled” noutro aspecto: é preciso tratar desta gripe cedo, antes que se agrave muito: a duração dos internamentos hospitalares e a letalidade são maiores nos países que seguiram à letra as “recomendações” da Organização Mundial de Saúde do que nos países em que se foi mantida a independência científica dos médicos; os médicos sabem melhor como tratar cada doente concreto que os consulta do que o elenco de medidas burocráticas estabelecido pela OMS. A ciência também está “settled” em muitas outras coisas que seria ocioso enumerar aqui. E também está “settled” o facto político da cobertura dos governos aos negócios da indústria farmacêutica: corromperam-se médicos (aqui o autor defronta-se com um problema epistemológico: será que se pode falar de “corromper que já é corrupto”?) para enviarem para publicação em conceituadas revistas científicas artigos fraudulentos para serem retirados logo em seguida, de forma a eliminar os tratamentos com hidroxicloroquina da concorrência com os “tratamentos” que ainda estão em estudo e que, a serem eficazes, serão comercializados a muito mais elevado preço. Mas não se averiguam aspectos muito mais importantes, repetidas vezes indiciados em publicações médicas claramente sérias: será que os pacientes de tensão arterial elevada, que são muitos milhões em todo o mundo, e que são geralmente idosos e com outras condições de risco, e que precisam de tomar regularmente medicamentos com acção de bloqueio dos receptores da angiotensina (que são provavelmente a maioria destes doentes crónicos; como acontece com este Epidemiologista Anónimo); será que estes cidadãos não merecem uma atençãozinho no sentido de se investigar e definir se, em caso de “sinistro”, como dizem as seguradoras, ao serem infectados com esta gripe devem ou não interromper tal medicação? (sobre este caso de corrupção, um excelente resumo de Donna Laframboise: 
https://nofrakkingconsensus.com/2020/06/22/financial-conflicts-the-retracted-covid-research/ ). Ou seja, para o Epidemiologista Anónimo também está “settled” este facto da ciência social: os governos estão-se completamente borrifando nas necessidades dos cidadãos.

        O Epidemiologista Anónimo reconhece a preocupação do Economista Português com o rigor posto na descrição das realidades médicas ao questionar as decisões políticas. E muito gostaria que o jornalismo em Portugal seguisse esse magnífico exemplo. Apenas um reparo sobre a escolha de palavras: no linguajar patológico e epidemiológico não usamos o termo “transportador”, mas sim “portador”, quase sempre na forma “portador sem sintomas” para acentuar o facto de estes portadores não serem/estarem “doentes”.

Parabéns, Drª Graça Freitas

O Economista Português dá os parabens à senhhora Diretora geral de Saúde por ter respondido com serenidade ao recente aumento de novos casos de Covid19 e à ainação dos mass media a prégar o reforço do confinamento numa Europa que desconfinaude serenidade e coragem que devia elogiar. O notiiário da RTP1 da hora de jantar era ainda mais pungente.: só eram entrevistadoos cidadãs que defendiam a polítítica da pancada no Covid19 e, surpresa, supresa, era esta a posição que o pivô editorializava sempre que conseguia.

Parabéns, Dr.ª Graça Freitas.

Novos Casos de Covid19: António Costa deve proibir os Testes mediáticos

Somos o país da União Europeia (UE) com maior taxa de novos casos de Covid19. O que ameaça liquidar o nosso turismo estrangeiro, na corrente temporada. Mas haverá razões médicas para isso? Não há. A p pandemia está a desaparecer em toda a UE, incluindo em
Portugal. Só que no nosso país uma errada conceção do qu
e é uma epidemia e o Primeiro Ministro foi substituído pelo pessoal médico-sanitário no governo do país. Uma classse prestante e competente foi transformada entre nós na «classe universal», conceptyualizada pelo filósofo alemão Hegel.  Por isso a realização de testes do Covid19 à frente não das realidades económicas e sociais mas também dos dados epidemiológicos que dão a epidemia como controlada e, em certo sentido, praticamente extinta.

Vejamos. É verdade que somos a ovelha negra da UE em matéria de novos casos de Covid19. mas a RTP1 no seu noticiário interroga-se se não estamos a ser discriminados pela UE. Nós somos bons, os outros (os nossos parceiros) são maus e por certo desonestos. O que se  destina-se a desculpar o governo e o establishment pela campanha alarmista que têm vindo a seguir nos últimos dias: os/muitos  portugueses parecem começar a não acreditar neles. Éramos os melhores, parecemos os piores.

Os nossos novos casosão o recorda UE por termos começado o contágio mais tarde e sobretudo porque começamos a testar quando a epidemia está praticamente extinta. Não ficamos bem na fotografia porque testamos mmais do que os outros, disse com razão o Sr. Primeiro Ministro. Mas testamos mais do que os outros porquê? Qual é a razão epidemiológica que justifica esse comportamento? O Sr. Primeiro Ministro não nos disse esse porquê.  O número de mortes induzidas por Covid19 aproxima-se do zero. Os internados serão à volta de cinquenta. O Covid19 é uma «doença» que não mata nem causa internamento hospital em números significativos. O R0 (o número de contágios por novo contagiado) continua inferior à unidade e por isso a epidemia está controlada e em queda. Aliás, ninguém nos diz a gravidade dos novos casos. Tudo leva a crer que mais de 90% de novos casos sejam daquele extraordinária categoria a que por cá se chama de «assintomáticos». Nos outros países os testes são usados em situação excecional e entre nós são usados sem conta nem peso nem medida. Somo nós quem quer ficar mal na foto. Porque o cero é que os testes ao Covid19 são para o telejornal (esperamos pela razão epidemiológica ou sanitária que os justifica, como acabamos de e afirmar).

A categoria de assintomáticos leva-nos a supor que no topo do Estado se ignora o que seja uma epidemia. Por aí se confundir uma epidemia com uma doença. ma doença consiste em órgão funcionar mal ou deixar de funcionar. Numa epidemia, o vírus vence o sistemma imunológico do indivíduo e induz uma doença que, essa sim, mata. No caso do Covid19 a doença mais frequente é pulmonar. O doente assintomático não existe: sem sintomas, não há doença. Porque o Covid19 não é nenhuma doença. Se os nossos governantes tivessem consuultado um epidemiologista, ele por certo ter-lheia dito para dizerem transportador» em vez de assintomático: este transporta o vírus mas a sua imunidade impede-o de ver os seus órgão atacados pelo vírus. A noção de imunidade não é em geral operacional no tratamento médico das doenças e é decisiva em epidemiologia

É muito difícil extinguir por completo um vírus (ou um bacilo) mas é mais facil tratar as doenças por ele provocadas. Hoje entre nós já ningué morre de tuberculose: isto é, já ninguém morre das doenças pulomonares induzidas pelo bacilo de Koch. Ninguém morre por a cobertura sanitária ser boa e liquidar o bacilo logo no início do seu ataque sem que isso requeira uma campanha médica especializada como durante tanto anos ocorreu, com a Assistência Nacional aos Tuberculosos, fundada pela Rainha D. Amélia.

Se oos nossos governantes querem mesmo que sejamos os piores da fotografia da UE stêm à sua mão uma solução simples: é começarem a testar o bacilo de Koch e mandar as televisões anunciar a descoberta de casos de tuberculose no telejornal da hora do jantar, alternanco com o número de novos casos de Covid19 (sem dizer a gravidade de uns e outros, claro, para assustar a sério).

O Economista Português apenas dá este conselho a título sarcástico, inspirado em Jonathan Swift sobre a fome na Irlanda, para reduzir ao absurdo as políticas do governo e do estrablishment  que consistem em tentar extermminar um vírus que já não ativa nenhuma doença mortal (um ou dois casos mortais por dia) e ativa poucas doenças graves.

A política do governo é perigosa. A sua insensatez provoca a desobediêncvia. O governo reage ameaçando criminalizar os desobedientes. O nosso paíís violará as liberdades individuais por causa de uma epidemia que mata uma pessoa por dia?

O clima autoritário é suscitado pelo aumento da resistência individual a uima política obviamente errada e  começa a lembrar o do tempo de Salazar: eracom o autocrata que a RTP apresentava Portugal como o melhor país do mundo (sem greves, sempre em paz, as ruas muito limpimhas) e maldosamente  perseguido pelos nossos inimigos externos, aliados aos dissidentes internos. Hoje a RTP acusa os nossos parceiros de falsificarem ou manipularem estatísticas para discriminarem contra nós.

Tudo isto corre o risco de acabar muito mal. Já há quem acuse o Governo de violar a Constitutição da República em matéria de ação penal para perseguir os que violam os regulementos administrativos vigentes.

Por isso, para evitar o pior nos campos político, epidemiológico e sanitário,  O Economista Português aconselha o governo a acabar com os testes (ou, sehouver para a sua execução algum motivo científico, realizá-los  mas desaconselhar a sua divulgação sua divulgação mediática) e a não alimentar alarmismo que só revelam o seu desconhecimento do que é uma epidemia. Mais aconselha o governo a contratar um epidemiologiista competente como por exemplo o Epidemiologista Anónimo, que lhe dará  sugestões científicas e indepepndentes do establishment  sanitário e burocrático.

Cuidado com o Banco de Fomento

O Governo quer quer c abrir mais agências bancárias

A criação do Banco de Fomento foi ontem anunciada pela RTP. Foi anunciado que que a origem dos seus fundos seria a Comissão Europeia e que eles seriam canalizados para as empresas portuguesas usualmente beneficárias do que se tem chamado quadro comunitário de apoio, fundos estruturais, etc. É criado para o dinheiro ir mais depressa para as empresas, diz. O que signoifica, se formos lógicos, que terá que montar uma nova rede de agências.

Basta isto para sabermos que que o Sr. Ministro das Finanças esqueceu menor ideia do que seja um banco. Se os fundos lhe são dados e se tem que os entregar a alguém, é um agente pagador e não um banco. Esta confusão custará caro ao contribuinte e às empresas portuguesas.

Este suposto banco será mais um fator para tornar escasso o escasso capital que vai para as empresas produtivas. Serão mais jobs for the boys and girls. A rede agências está-se a ver no que vai dar. O Ministro das finanças já esqueceu que é dono da Caixa Geral de Depósitos que está a fechar agências?

No Estado Novo, funcionou um Banco de Fomento, mas tinha que angarias fundos próprios, o que conseguia com um instrumento de poupança, os depósitos a prrazo. Era um banco. Precisamos de um instrumento financeiro que assegure às nossas empresas fundos de capital de risco adicionais ao que vem de Bruxelas. Não precisamos de mais sanguessugas dos fundos estuturais europeus.