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O mundo no impasse republicanos-democráticos.

O impasse na política dos EUA não O CONFLITOS DE DOIS EGOS, Biden e Trump. E crise do modelo de domínio mundial assente no com erício livre. E o modelo Clinton, que desarma a América e precariza os seus operários.  O modelo isolacionista de Trump mantem a sua indústria as como potência d segunda ordem. Nenhum deles serve.

Para manter a NATO, os EUA deviam substituir assalariados não competitivos por robots, mas hesitam em seguir esse caninho.

O Economista Português e a opção pelo TGV

O Economista Português pensa mudar a sua posição sobre a adoção do TGV em Portugal; recusou o TGV Sócrates, está disposto a estudar um TGV Merkel.

As nossas posições são fundadas em argumentos empíricos. O TGV Sócrates interessava-nos pouco pois a bitola ibérica resistia, o TGV era, neste nosso país atlântico, apto a encarecer os nossos transportes.  Nos anos 1990, a União Europeia, com a 5ª liberdade, entregou o continente à aviação comercial com a vitória das low-cost.

Hoje a situação é diferente. Trump perdeu as eleições e triunfa o multilateralismo. Que consiste no ataque ao CO2. Isto é: no ataque à aviação e na defesa do TGV. Não devemos correr o risco de ficarmos duradouramente privados de uma ligação ferroviária à Europa de qualidade.

Mas a nossa adesão ao TGV é racional: só devemos comprá-lo quando tivermos a garantia de acesso ao mercado ferroviário europeu. Se tivéssemos optado pelo TGV Sócrates contra as low-cost estaríamos hoje pior. Mas o futuro talvez seja diferente: precisamos de estudos da própria ferrovia e de empresas sérias.

Foi proibida a morte por Covid

Foi proibida a morte por Covid. Esta é hoje a norma absurda que rege a sociedade portuguesas. Morte com outras causas continua a ser aceite, não é noticiada e nem sequer é sempre tratada. Com esta atitude não sobreviveremos ao Covid.

Sugerimos a seguir o que devemos fazer para vencermos o Covid.

Ø   Temos que saber que o Covid é um vírus contagioso como tantos outros e deve ser atacado numa lógica custo-benefício:  trezentos mil desempregados custam menos do que tratar dos infetados. O Covid não acabou com a morte.

Ø Ainda não há cura para o Covid: em abstrato há duas curas, a “herd imunity” e a vacina. Nenhuma está ainda disponível, mas um respeitado laboratório dos EUA anunciou ter uma vacina anticovid na fase 4 que funciona em 90% dos casos. Tê-la-emos dentro de quatro meses. Usemo-la desde já com verdade. O confinamento adia o Covid, mas não o cura nem suspende a sua transmissão. Pode ser útil se não for apresentado como uma cura mentirosa, mas é prejudicial se os governos mentem e o apresentarem como a cura.

Ø Quem não respeitar os protocolos gestuais será multado se por isso causar danos a outrem. Temos que utilizar o método alemão de curar o Covid.

Ø Em fases ascendentes da cura dos contágios devem ser tomadas medidas de emergência (tipo hospitais de campanha).

Ø   As estatísticas oficiais do Covid deverão incluir o sumário das outras causas de mortalidade.

Em resumo: enquanto procuramos acabar com o Covid (vacina), temos que o impedir de destruir a nossa identidade deixando-o queimar a terra à nossa volta. Temos que aprender a viver com ele enquanto preparamos o seu fim

Foi proibida a morte por Covid? Não foi.

Regressa o TGV, regressam as tretas

Há dias, embrulhado nuns fracos artigos de propaganda de um talvez operacional Plano Nacional de Investimentos, surgiu um artigo a prometer-nos a viagem TGV Lisboa-Porto em uma hora e um quarto. Um jornal chacoteou: reproduziu a mesma promessa feita há uma geração.

A promessa é de gargalhada. Se o leitor pegar em papel e lápis, e partir do princípio que entre o Porto e Lisboa medeiam 350 km, verá que este TGV seria por certo o mais veloz do mundo, atingindo 466 km por cada 60 minutos.

Esta velocidade seria o dobro da atual. Estamos em pleno fetiche dos 400 km/hora: foi esta a promesa do TGV francês, promessa só cumprida em momentos de ponta. A média é mais baixa. Há anos, O Economista Português foi de TGV de Paris a Lyon numa viagem oficial e a média foi de 250 km/hora.

Chegou a hora de falar a sério do TGV. Enunciemos os factos. Portugal precisa dele para se ligar à Europa e não para ligar Lisboa ao Porto. Segundo facto: o nosso TGV devia ter sido o Pendolino, o Alfa Pendular. Terceiro facto: o Alfa não é o TGV porque devido a uma mistura de corrupção e incompetência não conseguimos que as linhas aguentem as velocidades pedidas pelo material circulante (as chulipas aguentam a velocidade de 135 km/hora no dia em que escrevemos, 12 de novembro de 2020). Vamos construir uma nova linha de TGV sem sabermos porque não sabemos construir linhas de TGV?

Corrupção: Siza Vieira vai aprender.

No final da semana passada, O Economista Português olha vou televisão comunicado de ministro Siza Vieira negando acusações de corrupção no caso de um dos medrosos concursos em que o seu departamento é adjudicante. Mais negava que algo de mal tivesse ocorrido. Este duplo desmentido confundes. O primeiro desmentido refere-se ao saco Louis Vuitton carregado de greenbacks que o verdadeiro corrupto recebe? Mas esta conceção de corrupção esta hoje ultrapassa. A lei proíbe todos os contactos adjudicatório-adjudicante, exceto se expressamente previstos.

  • Será que o Dr. Siza Vieira, um advogado de negócios que nos últimos tem tido crescente sucesso quer convencer-nos que ignorava esta proibição de contactos. E vai agora estudar a moderna corrupção?

Quatro Pontes para Vencermos o Coovid19

O outono trouxe uma nova vaga de Covid19. Este regresso devia ter tranquilizado a velha Europa, mas está a inquietá-la. Devia ter efeito tranquilizador pois sugere que o Covid se assemelhas por semelhança com as gripes de inverno. Seria mais u epidemia de origem asiática e de incidência pulmonar. Mas a Europa está em desmontagem e levou a coisas para o mal.

Eis algumas medidas para transformar uma tiração prometedora numa situação animadora.

1 Querermos resolver os casos

Em janeiro deste ano, a Alemanha já estudara o Covid e já sabia o que   faria: rastrear contactos, comprar análises, isolar o contagiado e comprar ventiladores, alem de prepara enfermarias de cuidados intensivos. O representante português na União Europeia ouviu tudo isto e nora.se o que fez. O resultado sente o número de mortes nos dois países não sua dissemelhante: até ontem, havia   dez milhões portugueses e tenham morrido de Covid19 uns dois mil quinhentos. Esta taxa de mortalidade fosse a Alemã, teriam morrido oito vezes os 2500, isto, 20000. Mas a taxa de mortalidade alemã é mais baixa: só morreram dez mil.  A Alemanha quer curar…

2º Acreditar que podemos vencer o Covid19

Notário de televisões e discursos de político alimentam todos a úvida:  será que podemos vencer o vírus? Esta dúvida brota em larga medida da ignorância: saberão esses sábios improvisados que no nosso país o número total óbitos por Covid orça os quatro por cento o total de óbitos? Um noticio referiu há dia que o Ministério da Saúde a está a tratar matem aticamente os dados do Covid. Nunca mais voltou ao assunto, como se ele fosse de somenos. O tratamento matemático dos dados sugerirá por certo a sua natureza cíclica. Essa televisão devei ter felicitado o Epidemiologista Anónimo que entre nós primeiro tratou dessa matematização. O Instituto Ricardo Jorge devia convidá-lo… se não convidou já.

3ª Aprovar medidas que ponha o governo à frente da crise Covid

O governo apetece sempre arrastado pela crise do Covid. Tem que se basear na ciência para tomar a diante ir: preparar urgentistas suo para o Covid, escolher edifícios com chauffage para enfeiraria de emerge. Por certo i governo prepara- se para cansar para a mesa os hospitais privados. E uma medida de efeito, mas que será vista conoumpreparaçao

As Forças Armadas devem ter em um papel maior.

4 Ter Covid19 e trabalhar.

É crucial redefinir a doença Covid; na esmagadora maioria dos caos la cura-se pela simples passagem to tempo, quando que evitar o cintão. Deve ser essa a egra, sobretudo seja prudente, mas não mostre medo ao cão.

O Covid19 ata que parte do corpo.

O debate orçamental trouxe à tona de água algumas conceções inesperadas dos nossos dirigentes políticos. Convoquemos primeiro António Costa: depois de ter imposto o confinamento devido ao Covid, declarou que ele nos custara cem mil desempregados-ater, é verdade, mas surpreende, tanto mais que parece negar o dogma atual segundo o qual todo o mal vem do Covid.

P segundo convocado é o Dr. Cotrim Figueiredo, o sóbrio patrono da Iniciativa Liberal. Contou o Sr. Primeiro ministro que Cotrim, no dia do confinamento, a agir sob pena de o Covid matar … trinta mil portugueses. Onde terá ido descobrir aquela enormidade?

É o vezo catastrofista. O caso do Doutor André Ventura não é menos preocupante: anda hã semanas a anunciar a explosão do Dr. António Costa depois da chegada do canhão parlamentar. Mas esse ele ainda nem chegou…. E é apenas dois por cento do PIB europeu. Ventura virou obsessivo.

O caso mais grave, e o da Mana Mortágua.  Explicou-nos, sem o reforço do SNS requerido pelo Bloco de Esquerda, o nosso país conhecerá uma crosse social gravíssima, revolução ou contrarrevolução, a senhora professora vão explicou. Mas explicou que o Bloco quer conservar a ordem social e é para esse fim que quer mais picas.

O Covid19 apela a que especialidades médicas?

Cobranças de bancárias congelada; o Banco de Portugal falha de novo?

A cumprir mais de um quinto dos créditos da banca portuguesa estão congelados pelas autoridades administrativas, o que é a taxa mais elevada a da União Europeia. A informação é de uma agência de rating canadiana.  O país atrás do nosso em congelamento de crédito é a Irlanda, com 14% Parece eu neste particular estamos longe das mediasse europeias que nos prometeram.

Os créditos bancários terão que ser descongelados. Isto é: os devedores da banca terão que voltar a pagar-lhe Ou falirem. Ou pedirem nova moratória ao governo. Será que o BDP terá liquidez suficiente? Ou apontamos para ume economia administrativizaçao, sem uma moeda ativa?

O Banco de Portugal visou há dias que temos que nos preparar para pagar esses empréstimos. O aviso será suficiente?

O Orçamento é menos social do que parece?

O orçamento parece esquecer os mais desunidos, escreve um leitor a’ O Economista Português.  Esse leitor é um dos nossos grandes especialistas em política social. Partilhamos completo a sua carta acima referida.

Os mínimos sociais constituem um problema cheio de complexidade: primeiro, porque são vários e deram origem a uma floresta bastante confusa; segundo, porque, apesar disso, não asseguram um rendimento mínimo a todas as pessoas que o não têm; terceiro, porque não  existe uma relação sistemática e consistente com a ação social, o desenvolvimento local e a promoção do emprego das pessoas necessitadas  que podem trabalhar. Dentro desta confusão, surgiu o mercado de novas medidas ou novos subsídios… que irá continuar mesmo depois da eventual aprovação do orçamento do Estado. Receio que estejamos numa fase de verdadeiro infantilismo político, notoriamente desfavorável às pessoas e famílias pobres e empobrecidas.

Combater a Corrupção: a Tática Americana

O Dr. António Costa consagrou um único artigo do orçamento a combater a corrupção. E num tropo de oratória parlamentar convidou os deputados a apresentarem dez ou quinze artigos que na especialidade teriam a unanimidade.

Aqui está senhor primeiro ministro: despenalize a corrupção ativa em casos de dolo, ou de viciação de concursos público, com garantias de defesa individual.