Cobranças de bancárias congelada; o Banco de Portugal falha de novo?

A cumprir mais de um quinto dos créditos da banca portuguesa estão congelados pelas autoridades administrativas, o que é a taxa mais elevada a da União Europeia. A informação é de uma agência de rating canadiana.  O país atrás do nosso em congelamento de crédito é a Irlanda, com 14% Parece eu neste particular estamos longe das mediasse europeias que nos prometeram.

Os créditos bancários terão que ser descongelados. Isto é: os devedores da banca terão que voltar a pagar-lhe Ou falirem. Ou pedirem nova moratória ao governo. Será que o BDP terá liquidez suficiente? Ou apontamos para ume economia administrativizaçao, sem uma moeda ativa?

O Banco de Portugal visou há dias que temos que nos preparar para pagar esses empréstimos. O aviso será suficiente?

O Orçamento é menos social do que parece?

O orçamento parece esquecer os mais desunidos, escreve um leitor a’ O Economista Português.  Esse leitor é um dos nossos grandes especialistas em política social. Partilhamos completo a sua carta acima referida.

Os mínimos sociais constituem um problema cheio de complexidade: primeiro, porque são vários e deram origem a uma floresta bastante confusa; segundo, porque, apesar disso, não asseguram um rendimento mínimo a todas as pessoas que o não têm; terceiro, porque não  existe uma relação sistemática e consistente com a ação social, o desenvolvimento local e a promoção do emprego das pessoas necessitadas  que podem trabalhar. Dentro desta confusão, surgiu o mercado de novas medidas ou novos subsídios… que irá continuar mesmo depois da eventual aprovação do orçamento do Estado. Receio que estejamos numa fase de verdadeiro infantilismo político, notoriamente desfavorável às pessoas e famílias pobres e empobrecidas.

Combater a Corrupção: a Tática Americana

O Dr. António Costa consagrou um único artigo do orçamento a combater a corrupção. E num tropo de oratória parlamentar convidou os deputados a apresentarem dez ou quinze artigos que na especialidade teriam a unanimidade.

Aqui está senhor primeiro ministro: despenalize a corrupção ativa em casos de dolo, ou de viciação de concursos público, com garantias de defesa individual.

Orçamento 2021: não aumentemos os mínimos sociais

A tentação de aumentar os mínimos sociais por causa do Covid é grande. O nosso governo está a cair nesse poço sem fundo. O caso do SMO demonstra-o, Não é o Covid que justifica um maior SMO ou um maior subsídio de desemprego. Mas é verdade que ambos amente, duradouramente os mínimos sociais. quando o PIB subjacente decresce.

O Economista Português julga saber que o PCP divulgou estatísticas demonstrando que ser assalariado causa de perda de rendimentos dos assalariados porque estamos a subsidiar de mais. Queremos maior absurdo do que vivermos todos de subsídios?

Dr. Costa: Portugal não precisa da TAP

O Dr. António Costa, um homem sensato e experiente, está em vias de cometer o erro do seu governo: deitar 1,7 mil milhões de euros antes de a deixar falir. Este erro do nosso Primeiro Ministro tem uma causa simples e robusta: o Dr. Costa julga que a TAP faz falta a Portugal. Mas não faz. O Dr. Costa vive no temo do protecionismo do transporte aéreo. Por isso fala tanto em companhias de bandeira. Tipo TAP, a companhia do Estado, a herdeira da «linha «aérea imperial» dos anos 1940. Mas isso acabou com a cláusula 5; que dispensa de autorização governamental os voos entre duas cidades europeias desde que uma deles não seja a capital. É assim que nasceu a Ryan Air, e outras low-cost. Se a TAP desaparecer outras com companhias nos trarão os turistas (desses é que nós precisamos. Uma TAP deficitária é-nos prejudicial. O Economista Português apela de novo ao Dr. Costa: feche a TAP e tente negociais com a Lufthansa. Para mais a TAP acaba de sugerir que não conseguirá respeitar as novas metas pois voa com apenas 60% da capacidade ocupada o que é falência certa.

TAP, D. Costa, ponha as crianças na ordem

Quinta feira passada, a RTP1 transmitiu uma entrevista com o Dr. Pedro Nuno Santos, o ministro responsável pela TAP durante a qual ouvimos a mais extraordinária justificação para não levar à falência a nossa transportadora aérea: é que o ministro

seria sempre criticado, com falência ou sem falência.

Em vez de estudar os custos e os benefícios de cada solução. O mineiro prefere jogar

 dados.

Estudamos um pouco. A TAP nunca deu lucro nos tempos modernos. A Comissão de Bruxelas proibiu as ajudas estatais às companhias aéreas, esta processo o foi suspensa devido ao COVID-19 e começamos a batota para ajudar a TAP. Apos uns dois nos de operação normal. A TAP terá falido de novo, teremos perdido pelo menos 1,7 mil milhões e euros e nem um avião teremos. Se deixarmos a TTAP falir, pelo menos conservamos os 1,7 mil milhões e euros.

Temos que negociar a TAP com a Lufthansa, se ainda houver alguém que queira negociar com este bando de irresponsáveis aéreos

Dr. Costa, meta as crianças na ordem enquanto é tempo.

Portugal já está regionalizado

Nem o Covid19 nem a crise orçamental nos impedem de comorar a regionalização do co continente português. Foi a semana passada. As CC passaram a ser eleitas pelos municípios. As CCDR são as Comissões de Coordenação Regional e foram lançadas por Marcelo Caetano O nome delas conheceu ligeiras variações, mas o núcleo

 os seus podes manteve.ae estável: são uma segunda assembleia política em que o PS e o PSD repartem s fundos estruturais.

O novo arranjo levanta problemas constitucionais e talvez resolva a praga da regionalização. Se assim for, está de parabéns o Dr. António Costa, o pai deia regionalização semiclandestina,

O nosso país continua com um coma constituição singular: vota o orçamento ordinário em, S. Bento com a esquerda e vota o orçamento de investimento nas CCDR com o PSD.

Portugal terá orçamento EM 2021?

O nosso pá vive um estranho clima social: o PIB cai a pique mas o crédito, as pessoas de empréstimos europeu e o avanços do Banco Central Europeu dão-nos um sentimento de bem estar artificial. Ouvimos há dias um deputado PCP reivindicando um subsídio de risco COVID para toda a população ativa portuguesa. Afinal estamos nas vacas gordas. O orçamento do PS foi concebido a pensar na esquerda: está cheio de subsidios para aos mais necessitados. Mas quem o ataca é a esquerda: se os perús (Bloco, PAN, PCP) votarem contra ele, votarão não só do pobres: toda a nossa economia necessita de mais despesa.

O Bloco de Esquerda é o grande responsável de «esquerda contra esquerda» que lembra os anos 1930. O Bloco é um pequeno partido totalitário, dirigido por trotskistas e maoístas. Sonharão com a revolução do Covid? Nestas aventuras o Bloco beneficiou de um grande erro do PS: ao negocia com o os bloquistas o orçamento o PD de—lhas carta de alforria. Mas ó óbvio que os Bloquistas a não merecem: basta ver que mudam de exigências à meda que decorre a negociação (caso máximo da inacreditável proibição de empréstimos de privados ao Novo Banco-Lonely Star). Os bloquistas não são parceiros sérios.

O PSD deve votar o Orçamento?

O Economista Português abonasse em Max Weber, o cientista social alemão, para sugerir ao PSD como votar o orçamento: É o princípio da   Zweckrationlitaet, a racionalidade em relação aos fins. O fim é o poder. Vemos no PSD duas táticas para regressar ao poder: a aliança à direita, personalizada por Passos Coelho, e o bloco central, representada por Rui Rio.  Para essa aliança, o PSD tem que ganhar votos ao centro e na esquerda moderada. Por isso o PSD deve deixar passar este orçamento. É a única solução congruente com o bloco central e recoloca o PSD no centro do tablado.

Empresários: Lapso do Sr. Primeiro Ministro

A semana passada O Sr. Primeiro Ministro comparou as benesses concedidas a empresas na atual crise com as que o governo deu a outros grupos sociais: para as empresa só encontrou   esta: o governo não aumentou os impostos. Trata-se de um lapso perigoso porque exclui as empresas da vida nacional: os outros portugueses são subsidiados para viverem, os empresários têm que pagar para serem portugueses.

Os empresários portugueses, já causticados pela teoria comunistas do patronato boicotador,  é agora singularizado como grupo egoísta numa sociedade bondosa: o improviso ministerial dava ao qualificativo  autenticidade e profundidade que ele por certo não teve poia O Dr. Costa é nesta «feira cabisbaixa» um bem disposto e aquelas palavras não devem ser exageradas.

Tão pouco devem ser desvalorizadas pois deixam marcas num grupo social decisivo para o crescimento económico. O responsável do briefing empresarial do    Dr. António Costa é o ministro da Economia, o Dr. Pedro Siza Vieira, um sensato advogado de negócios. Siza já apresentou umas justificações mas foram insuficientes: consistiam em elencar algumas verbas entregues às empresas mas sem uma sombra de sentimento: «sou: portugueses, contamos convosco». 

O Dr. António Costa tem um lapso a corrigir.